EX-ALUNOS - EX-ALUNAS SALESIANOS
FEDERAÇÃO INSPETORIAL DOS EX-ALUNOS E EX-ALUNAS DE DOM BOSCO - ISJB - Belo Horizonte - MG

IV CONGRESSO INSPETORIAL E ASSEMBLEIA GERAL

TEMA e LEMA: A serem definidos pelo Conselho Nacional; serão os mesmos para todas as Inspetorias.

DATA:

Por força dos protocolos impostos pelas autoridades da área de saúde do Brasil, o IV Congresso Inspetorial dos Ex-Alunos foi adiado pelo Presidente da FIEADB, Marcos Flávio, para o ano de 2022, com data ainda indefinida. A tendência é que ele seja realizado no segundo semestre de 2022. Por outro lado, por exigência do Cartório de Registro do Estatuto, a Assembleia Geral para a eleição do novo Presidente não poderá ser adiada e será realizada virtualmente, portanto, no dia 22 de outubro de 2021, às 20h, conforme já convocada pelo EDITAL DE CONVOCAÇÃO emitido pelo Presidente [veja o Edital na Home].


Subsídio I - Ex-Aluno e Ex-Aluna na Igreja e na Sociedade.
[Edu Oliveira]

A Igreja se faz presente no "mundo", na sociedade, pelo empenho do leigo para transformar as instituições políticas, econômicas e sociais do mundo. O clero tem como função precípua neste processo orientar o leigo de sua responsabilidade cristã para com a família, a vizinhança e a profissão. Os documentos do Concílio Vaticano II são claros ao definirem o papel do leigo; sua mensagem é clara e impactante:

“O que caracteriza o leigo é a sua natureza secular. É verdade que os membros de ordens religiosas podem se engajar, às vezes, em atividades seculares e até mesmo ter uma profissão não religiosa. Mas, em virtude de sua vocação particular, eles são, de forma especial e professa, ordenados para o ministério sagrado. Semelhantemente, pelo seu estado de vida, os religiosos são testemunhas vivas de que o mundo não pode ser transformado e oferecido a Deus, exceto no espírito das bem-aventuranças. Mas o leigo – aqui faço um aparte ao texto do autor: Mas o Ex-Aluno e a Ex-Aluna de Dom Bosco e FMA – por sua vocação especial, se empenha na busca do reino de Deus através de questões temporais, as ordenando de acordo com o plano de Deus. Eles vivem no mundo e ocupam profissões seculares. Vivência. Hoje, são chamados por Deus e, liderados pelo espírito do Evangelho, podem trabalhar em suas profissões em prol da santificação do mundo a partir de dentro, como um fermento. Desta forma, tornam Cristo conhecido pelos outros, em especial pelo testemunho de uma vida iluminada pela fé, esperança e caridade. Portanto, por sua proximidade às questões temporais, devem trabalhar nelas a fim de as realizar sob a inspiração de Cristo, para o louvor do criador e redentor.”


Subsídio II - A FORMAÇÃO DO Ex-Aluno e Ex-Aluna.
[Edu Oliveira]

Há tempos a FIEADB-ISJB tem se empenhado em promover o movimento de ex-alunos e ex-alunas na ISJB. Algumas dificuldades cresceram com o tempo; dentre elas, a diminuição dos SDBs, o fechamento de obras e a conjuntura social e econômica do País, com reflexos diretos na ISJB.

Concomitantemente, a organização da FIEADB-ISJB se enfraqueceu com a queda na participação de jovens no movimento, a redução dos grupos que desenvolviam algum trabalho social e da indisponibilidade de tempo dos salesianos se dedicarem à animação do movimento exalunal na sua localidade. Este período de remanso despertou muitas reflexões, reuniões, textos de formação, conversas várias, na tentativa de se descobrir maneiras de animar e organizar Uniões Locais; o III congresso inspetorial teve como tema e lema REINVENTAR para se tornar uma ex-aluna e um ex-aluno novos.

Reexaminando todo este cenário se observa que o caminho trilhado foi incorreto; foi pautado no como as UULL e Associações foram organizadas, como deve ser montada a estratégia adequada para cada local, como deve ser a participação de delegados, lideranças e ex-alunos e ex-alunas. No entanto, o que se deveria observar, e ainda hoje há que se assim pensar, não é importante o como organizar uma UULL ou como deve ser a participação deste ou daquele;

não há que se pensar no como as associações devem ser feitas, mas sim como “devem ser feitos o ex-aluno e a ex-aluna. O primeiro grupo de ex-alunos que voltou ao Oratório, o fez para homenagear a Dom Bosco e agradecer o que tinham recebido; portanto, voltaram por gratidão. Muitos anos se passaram e continuaram a visitar Dom Bosco no dia 24 de junho de cada ano; e após 1888, a visitar o sucessor de Dom Bosco. Salientemos este conceito GRATIDÃO. O oratório era um ambiente onde eles, quando meninos, se sentiram amados, se sentiram em “família”.

Hoje, ao final do século XX e inícios do XXI a mesma proposição deve ser imposta: COMO SÃO FEITOS OS EX-ALUNOS E AS EX-ALUNAS?

Na resposta desta questão está a capacidade de cada jovem se sentir parte de um processo de formação continuada e de participação pro ativa como parceiros de Dom Bosco.


Subsídio III - Carta aos irmãos salesianos, aos leigos e grupos da Família Salesiana nº 01.
[Edu - Carta do Pe. Inspetor Pe. Natale]

Queridos Salesianos, Noviços e Pré-Noviços,

Queridos leigos e leigas que partilham a missão e a espiritualidade salesiana,

Queridos membros dos grupos da Família Salesiana:

Começamos um novo ano com a graça e a benção de Deus:

“O Senhor te abençoe e te guarde.

O Senhor faça brilhar sobre ti sua face, e se compadeça de ti.

O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (Número 6,24-26).

Devemos guardar o que vivemos em 2020 como um "ano de graça" porque tudo em nossas vidas está “nas mãos de Deus” e sabemos que Deus é Pai e quer o melhor para nós.

Devemos aprofundar o critério da “semente da mostarda que um homem pega e atira no seu jardim” (Lc. 13, 19) que parece pequena e inútil e apodrece debaixo da terra, mas a força da natureza a faz germinar, vira planta, outra planta carregada de dezenas, centenas de sementes e depois dá frutos, bons e abundantes.

Devemos crescer no critério do “fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha” (Lc. 13,21) que parece muito pouco em quantidade, mas tem a força de transformar em pão saboroso e nutritivo. Deus a faz brotar, Deus o faz fermentar, mas Ele respeita muito nossa liberdade.

A missão salesiana brota da fonte que é Deus e da intimidade com Deus, que nos chama e nos envia. A missão vem de Deus, mas se vive, no dia a dia, aqui em baixo, nos lugares onde a obediência nos envia, junto com os leigos e com jovens.

Apresento-lhes agora as “orientações” que devemos ter em conta no nosso trabalho apostólico para que o Reino cresça e depois os “desafios inspetoriais 2021” que precisamos trabalhar na nossa vida, no dia a dia.

TEXTO COMPLETO


Subsídio IV - SOBRE A CARTA PASTORAL PROT nº_21-0001 aos irmãos salesianos, aos leigos e grupos da Família Salesiana nº 01.
[Marcos Flávio/Edu]

Há muitos anos convivemos com um descompasso entre os anseios do movimento exalunal e sua dinâmica e as condições pessoais e físicas da ISJB. A FIEADB, na gestão do Pe. Orestes, muito articulou com ele no sentido de despertar o salesiano para o cuidado dos Ex-Alunos e Ex-Alunas e da FS como um todo, independentemente de sua função, mas principalmente os respectivos Delegados.. Apesar da compreensão e abertura total ao diálogo do Pe. Orestes, o trabalho foi pesado para motivar as comunidades para assumirem os compromissos com os diversos grupos da Família Salesiana; algum resultado foi conseguido graças ao empenho do Pe. Inspetor e de alguns Delegados, em especial para os Ex-Alunos.

O melhor resultado positivo, acreditamos, foi a transferência bem feita e objetiva destas questões ao Pe. Natale pelo Pe. Orestes.

Pe. Natale, por si ou por informações recebidas, captou logo no início de sua gestão, com precisão, a necessidade de a ISJB cuidar com carinho da FS. Organizou com antecedência o remanejamento dos SDB e estabeleceu metas concretas e com prazos definidos para as ações específicas de cada função. Quanto à FS, está estabelecido que em 06 [seis] meses todas as comunidades estejam com pelo menos 03 [três] grupos funcionando: ADMA, SSCC e Ex-Alunos. E vai cobrar.

Para começar, já fez um encontro com todos os Delegados; apenas 03 não compareceram; tiveram que prestar contas e justificar a ausência. Em novembro está previsto outro encontro para avaliações das ações e todos deverão participar. Marcos já está convocado. Ocorreu também um encontro em Roma com os mesmos objetivos.

Nota-se portanto que enfim a ISJB acordou para esta questão e tem o compromisso de desenvolver ações propulsoras dos movimentos da Família para propelir à frente todos os Grupos com presença na Inspetoria. Por palavras do próprio Pe. Inspetor, este trabalho é da vontade explícita do próprio Reitor Mor. Nós nunca tivemos esse empenho direto e forte para dinamizar a FS.

E se antes nos empenhávamos como Grupo, agora, mais do que nunca, a responsabilidade nos chama ao engajamento pleno nesse processo, dando o melhor de nós para o sucesso de todos. Antes questionávamos a ausência dos SDB; agora nós é que não podemos ficar ausentes. Somos convocados a participar proativamente deste processo. Sem o nosso empenho nada acontecerá.

A FIEADB conta com cada um, principalmente as lideranças.


Subsídio V - Trazer Dom Bosco de volta para nosso meio - REVIVER DOM BOSCO
[Edu Oliveira]

Lamento, ao alinhavar estas poucas linhas, a ausência de capacidade, inata ou adquirida, para, em poucas palavras, dissertar sobre tema tão vasto. Autorizo o leitor, independentemente de qualificações maiores, a fazer críticas, observações, pertinentes ou não, e a dar sugestões para o aprimoramento do texto. Atenção se faz necessária a qualquer comentário por se tratar de um pretensioso subsídio para o IV Congresso Inspetorial da FIEADB.-ISJB.

Nos tempos atuais a sociedade dá sinais claros de caminhar por caminhos nunca dantes imaginados, sem norte e luz. As juventudes, com o protagonismo que sempre reivindicam para si, direito inconteste e inalienável que lhes outorga a natureza, se lançam, de peito aberto, em arroubos falaciosos por mudanças aparentemente consistentes, no front de uma guerra de narrativas arquitetada por intelectuais falseadores que lhes tolhem o direito e o dever da reflexão e do discernimento. A todos, indistintamente, é impingido o valor efêmero do antropocentrismo.

Gustavo Corção, sabiamente, prefere interpretar tal fenômeno como "antropoexcêntrico", que explicado por "um processo aberrantemente afastado de Deus, com grande capacidade de confundir, mentir e falsear a realidade, gerador de inimizades" [O Século do Nada, p. 115]. Tantos anos depois, os falseadores se julgam vencedores e conquistam adeptos e forças extremas, em especial junto aos jovens, tornando a nulidade ainda maior. Os próprios "intelectuais católicos" procuram possíveis caminhos se genuflectindo inadvertidamente diante de tolices modernistas para parecerem "estar com os jovens"; "vanitas vanitatis".

Como consequência, os jovens se lançam intempestivamente em ações coordenadas por outros que lhes abafam o direito de definirem o seu destino; seus valores, outrora inalienáveis, são sequestrados e substituídos pelos princípios do "nada" que os submergem na obscuridade.

Depois de ter vivido um pouco mais que muitos, a mente me confunde e elabora perguntas, não poucas, todas sem respostas, o que me faz mergulhar na perplexidade. Constantemente somos surpreendidos por aspectos contrastantes entre o que é simplesmente sã tradição e o que é exatamente progresso. Às vezes se tem a impressão de que a tradição se ajoelha diante de um "ismo" qualquer. As promessas dos falseadores são revestidas de luzes fortes que ofuscam e impedem o processamento pelo cérebro e a garantia de uma escolha consciente.

Essas rápidas reflexões são inspiradas em um trecho de uma carta escrita por Pio XI ao Cardeal Primaz da Espanha, há cem anos, num instante super difícil para a |Igreja Espanhola, precisamente no dia 16/11/1929, que retratam com exatidão impressionante a atual conjuntura:

"bem sabeis em que tempos vivemos e bem compreendeis o que nos pedem por assim dizer aos gritos. Por um lado, vemos que a sociedade humana tem sido despojada de espírito cristão, que foi substituído por um estilo de vida pagão; vemos que em muitas e muitas almas, vacila a luz da fé e por consequência se apaga o sentimento religioso, e dia a dia minguam miseravelmente a integridade e a santidade dos costumes".

No entanto, quando jovens se sentam para pensar, é compensador ouvir deles o desejo de serem donos de si mesmos; é compensador ouvir deles que têm sede de regeneração dos princípios fundamentais superiores que nortearam a vida de seus antepassados, nem tanto passados assim; é compensador ouvir que sabem muito bem o que querem apesar de estarem tolhidos, amarrados por peias progressistas; é forte neles o desejo de sacudir a poeira maléfica que encobre toda a superfície da nobreza do caráter e a beleza da vida que move as suas almas.

Dom Bosco, por intuição divina, soube mostrar aos jovens que o bem está no simples, na alegria e na Graça.

Os Ex-Alunos, porém, se inclinaram reverentes ao mundo, ao progressismo? Sim, se inclinaram, muitos, mas a maioria esmagadora não. Os Ex-Alunos de Dom Bosco e das Filhas de Maria Auxiliadora têm sido o diferencial: um pouco dispersos como grupo, por circunstâncias várias, garantem a continuidade do legado recebido dos Salesianos e Salesianas nos bancos escolares. Falta-lhes apenas a superação dos entraves que os prendem e os impedem de se organizarem em associações eficientes.

As lideranças do movimento exalunal no Brasil como um todo e os Ex-Alunos em geral, dentre os SDB e FMA, não poucos, têm superado estas dificuldades e vêm garantindo a sobrevivência do espírito de salesianidade, garantindo a força do carisma e da fé em Dom Bosco. Aos olhos atentos se percebe neles a sede por regeneração da espiritualidade, do amor a Dom Bosco e da vontade de o seguir, valores estes que provocaram um turbilhão nas juventudes do mundo em tempos idos, nem tão idos assim. Na praxis da espiritualidade e do amor a Dom Bosco se garante a ideia base do ser salesiano em missão, no aforismo DA MIHI ANIMAS.

Caso os Ex-Alunos se afastem de Dom Bosco, se deixam o desânimo invadir, se deixam a "memória" se apagar, a salesianidade se dilui em uma guerra progressista inglória ou em futilidades inconsistentes. Há que se lembrar sempre que o Ex-Aluno é o repositório desta grande ideia que se concretiza fundamentalmente na vivência do carisma e na praxis da espiritualidade de Dom Bosco; ideia esta pela qual compensa lutar: ser sal e ser luz, por Dom Bosco e em Dom Bosco.

É refrigério para o movimento exalunal do Brasil, em tempos tão conturbados, ouvir Ex-Alunos, alguns bem jovens, expressarem o desejo de trazer Dom Bosco novamente para o "hoje", o desejo de reviver Dom Bosco em si próprios, repositório que são do legado espiritual de Dom Bosco transmitido pelo árduo empenho e doação plena de almas abnegadas.

Em exercício de reflexão se propõe ouvir alguns:

O QUE SIGNIFICA TRAZER DOM BOSCO DE VOLTA PARA O "HOJE"?
O QUE SIGNIFICA REVIVER DOM BOSCO?

  1. Ex-Aluno 1 - Trazer Dom Bosco de volta, reviver Dom Bosco significa:
    • trazer de volta a sua história, sua pessoa, sua santidade, sua paixão educativa, seu exemplo e, com isto, reafirmar a tradição educativa da Família Salesiana, ou seja, salesianos, filhas de Maria Auxiliadora, ex-alunos, cooperadores e agregações religiosas e leigos que se inspiraram e se identificaram em Dom Bosco;
    • trazer o homem de ação e a sua paixão pela formação religiosa e pela educação da juventude. Paixão esta que muitas vezes nos falta, por variadas razões e motivos;
    • Revivendo Dom Bosco, reviveremos o conselho que ele dava aos seus colaboradores: Precisamos conhecer os tempos e adaptar-nos a eles.”
    • significa também retornarmos a tradição dos salesianos de afirmar “com Dom Bosco e com os tempos” ou, como disse o Padre Bertellho em 1910 “com os tempos e com Dom Bosco.” Dom Bosco conheceu os jovens e os seus problemas e, como ele mesmo disse “no que tange à salvação dos jovens eu vou para frente até a temeridade."
    • Então amigos, trazer Dom Bosco de volta ou revivê-lo, significa que devemos nos empenhar e nos dedicarmos a conhecer os nossos tempos e nos adaptarmos a ele, com Dom Bosco, porque, certamente, a sua crença é verdadeira: “prevenir e não reprimir.”
    • Minha Sugestão para “revivermos” os ensinamentos de Dom Bosco é trabalharmos em um Oratório.

  2. Ex-Aluno 2 - Quando pensamos em Dom Bosco ou falamos sobre ele, principalmente aos jovens, nós o apresentamos como "um grande santo"; mas é importante se ter consciência de que Dom Bosco era antes de tudo um homem que teve que enfrentar grandes dificuldades, mesmo ainda como criança; Ele sofreu em demasia, trabalhando quase que 24 horas por dia para cuidar daquela meninada; foram inúmeras as dificuldades que enfrentou. É surpreendente o que conseguiu para ter hoje Salesianos no mundo inteiro. O que o sustentou foi, antes de tudo, a grande FÉ e a constante oração lhe garantiu a sua sustentação.

  3. Ex-Aluno 3 - Reviver Dom Bosco é levar aos corações de todos que desejam receber os seus ensinamentos. É acolher os que precisam, ajudar os necessitados, amparar os pobres de espírito. Levar amor, carinho, compaixão. Mas antes de tudo é preciso cultivar Dom Bosco dentro de nós. Fazer com que sejamos verdadeiros discípulos. Que possamos apresentar sua imagem de forma transparente, clara e funcional. (de forma eficaz / eficiente).

  4. Ex-aluno 4 - Para trazer Dom Bosco de volta para o nosso meio e “reviver Dom Bosco” temos que reexaminar a nossa própria espiritualidade. Nós mesmos, como lideranças, temos nos esquecido, temos deixado Dom Bosco de lado. Temos, portanto, que voltar e para tanto é preciso ler muito sobre Ele para o conhecer e estudar a sua trajetória. Existe uma literatura abundante sobre Dom Bosco. Nós mesmo temos que nos revigorar, nos renovar para poder passar para os demais, principalmente os jovens, a espiritualidade salesiana. Nós mesmos estamos carentes porque abandonamos aos poucos Dom Bosco. Agora temos que nos reabastecer de sua espiritualidade porque “ninguém doa aquilo que não tem”. Como mostrar Dom Bosco aos jovens se nós mesmo não o conhecemos?

  5. Ex-Aluno 5 - Reviver Dom Bosco:
    • é viver a caridade;
    • É ter uma vida voltada em fazer o bem, ajudando o próximo, principalmente a juventude. Isso nós já fazemos no dia a dia como pessoas. Mas como estamos vivendo Dom Bosco enquanto Grupo, união local e Federação?
    • Não adianta todas as reuniões online nos perguntarmos “O QUE SIGNIFICA TRAZER DOM BOSCO DE VOLTA OU REVIVER DOM BOSCO”; precisamos avançar;
    • buscar pessoas;
    • fazer de fato ações para termos representatividade como ex-alunos;
    • Todos nós sabemos quem foi e quem é Dom Bosco, nós temos que discutir e buscar soluções, discutir ações, se não toda reunião será a mesma coisa;
    • ”Qual o nosso papel para a inspetoria? Se eles nos cobram algo, como ela vai nos ajudar?
    • Precisamos ter voz ativa”;
    • Sugiro que todo dia 16 de cada mês, dia de oração pela FS, nossos encontros sejam voltados para a espiritualidade.

  6. Ex-Aluno 6 - Em Pará de Minas somos privilegiados pois sempre tivemos o incentivo, o apoio e acompanhamento dos SDBs. Mas, em nível de Inspetoria São João Bosco, trazer ou reviver Dom Bosco é ter os SDBs em nosso meio nos influenciando, orientando, animando e acompanhando. Acredito que realmente isto vai acontecer, haja vista as ações tomadas pela ISJB em prol da FS: todas as casas devem ter pelo menos os Grupos SSCC, EX-ALUNOS E ADMA; designou os delegados para a FS em todas casas; determinou a criação do Conselho da FS em todas casas, composto do delegado e um representante de cada grupo nas presenças.
As cartas estão na mesa. A vitória de Dom Bosco depende apenas de se saber como jogar.